A entidade, que tem entre as suas atribuições a produção de vacinas e medicamentos, aponta temas prioritários para orientar as discussões e propostas de campanha.
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“Priorizar a saúde exige um olhar que transcende hospitais e medicamentos. Implica reconhecer que as condições de saúde são produzidas nas relações entre políticas públicas, formas de organização da vida social, produção do conhecimento, trabalho, ambiente e democracia”, aponta a entidade.
No documento, a entidade lista sete prioridades como um “convite ao diálogo” e contribuição ao debate público sobre os rumos do país nas eleições de 2026.
“O objetivo é oferecer prioridades para o país, dialogando com a sociedade, com as candidaturas e com as equipes que irão formular propostas para os próximos anos.”
Os sete pontos prioritários são:
• fortalecer o Sistema Único de Saúde (SUS) e melhorar o cuidado em todo o país;
• valorizar quem trabalha na saúde;
• produzir mais ciência, vacinas, medicamentos e tecnologias no Brasil;
• reduzir desigualdades e proteger as populações em maior situação de vulnerabilidade;
• preparar o país para os impactos da crise climática e novas emergências em saúde ou pandemias;
• reforçar a confiança pública, enfrentar a desinformação e ampliar o diálogo entre ciência e sociedade;
• defender o desenvolvimento sustentável e o papel do Brasil na cooperação internacional em saúde.
Fonte: Agência Brasil





